domingo, 23 de dezembro de 2007

Depois de tanto tempo, mais um pouco de Gossip

Pois é, fiquei um tempão sem escrever aqui e na véspera do Natal, em vez de falar da festa em comemoração ao nascimento de Jesus, eu vou falar do episódio de Gossip Girl que foi ao ar na quinta-feira, mas que eu só fui assistir hoje.
Gossip possui uma temática que por si só já é bastante atraente, como cheguei a comentar no meu primeiro post sobre o assunto, mas ela consegue surpreender a cada episódio. Não li os livros homônimos, mas estou completamente viciado na série sobre os jovens do Upper East Side.
Pois bem, voltando ao episódio que me fez atualizar este troço aqui. Além da história de amor entre Serena e Dan, as tramas dos outros personagens pegaram fogo. E, para isto, foi essencial o episódio anterior que não havia sido dos melhores, mas que deixou várias deixas para serem utilizadas neste que eu vou comentar.
(Se não gosta de spoilers, pare por aqui. Sempre quis escrever isto).
Quem assistiu ao episódio da semana passada, acompanhou a entrada de Vanessa, ex-namorada de Dan, na história. Além disso, viu Nate beijando Jenny; Rufus e Lily, pai de Dan e mãe de Serena se beijando para, segundo eles, fazer ciúmes ao namorado de Lily, Bart Bass, pai de Chuck... Ahhhh, Chuck não entrou neste post, mas não vai demorar muito para entrar. Além disto, Nate encontrou cocaína nas coisas do pai.
Vou fazer a ordem das conseqüências dos acontecimentos na ordem que eu considero ser da coisa menos importante para a mais importante. A primeira que eu vou comentar é que Rufus e Lily estão cada vez mais próximos e terminaram o episódio desta semana observando estrelas que estavam sendo projetadas na galeria de Rufus. O que pode vir daí, não sabemos ainda. Digo isto, porque no capítulo desta semana, Jenny foi atrás da mãe, Alison, ex-mulher de Rufus, e disse a ela que estava na hora de voltar para casa. Confusão à vista!
Vanessa não conseguiu atrapalhar a relação de Dan e S., não ainda, mas já levou uns chega pra lá de Dan, porque estava atrapalhando muito. Eles tentaram ter a sua primeira transa, mas não conseguiram neste episódio.
Outra deixa aproveitada foi a do pai de Nate. Eles tiveram uma discussão pesada, porque Nate descobriu que seu pai está viciado. O pai que faz toda aquela pressão para ele assumir compromisso com Blair se descontrolou e deu um murro na cara de Nate. Para azar dele, dois policiais estavam passando na hora e Nate não contou conversa, disse para eles olharem no paletó de seu pai, onde ele havia guardado um pacote com pó. Eles encontraram a droga, levaram o pai dele preso, só que Nate não esperava pela informação que teria ao chegar em casa. Seu pai estava sendo investigado por fraude.
A última conseqüência deste monte de coisa é que Jenny contou para Blair que seu namorado a beijou achando que ela era Serena no baile de máscaras. Blair ficou com muita raiva, mandou Jenny embora e, não satisfeita, perguntou a Nate se ele a amava, ele balançou a cabeça negativamente e eis que a Wardolf ficou despirocada e resolveu dançar no novo empreendimento da família Bass. (Chuck e o pai resolveram investir em uma casa noturna chamada Victrolla, nostálgica e moderna segundo o Bass mais novo).
Além da dança, Blair resolveu perder a virgindade logo com quem? Com Chuck, numa cena memorável com direito à imagem com efeito de película e um hip hop como trilha sonora. Foi perfeita, podem acreditar.
Quem ficou desnorteado com tanta informação e não entendeu nada, eu sugiro que vá assistir Gossip enquanto há tempo. Para quem assiste, acho que já deve ter entendido o motivo deste episódio ter merecido tanto a minha atenção.

Gossip Girl vai ao todas as quintas-feira no Warner Channel às 20 horas, 19 horas em Salvador. Horários alternativos na sexta e aos domingos às 20 horas e à 1 hora da manhã, horário brasileiro de verão.

Neste link, estão disponíveis os episódios que já foram ao ar no Warner Channel: http://video.wbla.com/?idioma=por&idpais=5

sexta-feira, 9 de novembro de 2007

As estréias nos canais fechados

Pois é, como é que se estuda com uma semana cheia de estréias nos canais fechados como foi esta semana? E olha que eu nem vi todas, só vi cinco, as que eu mais ouvi falar. (Na verdade, ficou faltando "Californication", mas vou me esforçar para ver, porque ouvi falar muito bem).
A primeira que eu vi esta semana foi "Samantha Who?" da rede ABC, transmitida pela Sony. Na série, Christina Applegate volta às nossas telas, interpretando uma mulher que foi atropelada, ficou em coma durante oito dias e quando desperta, descobre que era uma pessoa detestável. Ela, então, resolve mudar. O problema com "Samantha Who?" é que falta algo, nós damos até algumas risadas com a série, mas ela não é uma comédia propriamente dita, também não nos prendemos com o drama que a série pretende passar. Então o que ela é? Em qual categoria se enquadra? Pode ser que, nos próximos episódios, ela melhore, mas o fato é que para escrever este post, quase eu esqueci que tinha visto "Samantha Who?" nesta semana. Nos Estados Unidos, ela aparece com o maior índice de audiência entre as séries novas.
O problema em "Samantha Who?" é ainda maior, quando eu vejo que ela é a única que será criticada aqui. Gostei de todas as outras estréias. Vamos a elas. "Cane", da rede CBS e transmitida pela Warner, estreou no mesmo dia que a série com Applegate, não teve a mesma repercussão que as estréias de "Ugly Betty" e "Gossip Girl", mas parece ser bastante promissora e merece ser assistida. A trama é a seguinte, uma família cubano-americana, dona de grandes propriedades de cana-de-açúcar e uma fábrica de rum, está envolta em uma rede de intrigas, assassinatos e jogo de interesses. Além disto, chama a atenção desta ser a primeira série em que cubanos vivendo nos Estados Unidos e sendo bem sucedidos são os protagonistas, sem personagens estereotipados e com atuações convincentes.
Antes de falar das duas grandes estréias, vou falar de uma mais menorzinha, mas que é bem legalzinha, "Chuck", da NBC, transmitida pela Warner. Nesta série, um típico nerd norte-americano tem acesso a segredos de Estado e passa a ser perseguido e vigiado de perto por dois agentes de duas agências do governo americano. O legal nela é que, apesar das cenas de ação, a comédia se faz presente, principalmente, com o melhor amigo de Chuck.
Agora, vamos às duas principais estréias da semana. "Ugly Betty", da ABC, transmitida pela Sony, tem todos os ingredientes de um grande sucesso, já ganhou vários Emmys, Globo de Ouro, enfim, é um sucesso de público e de crítica. Quem assistiu "O Diabo Veste Prada" vai gostar desta série, o trama é muito parecido. A diferença é que o galã é o patrão, mas, como no filme, a grande vilã é uma ex-editora de uma revista de moda, no caso da série, da revista Mode. Chama a atenção o ator que faz o sobrinho de Betty, é muito engraçado ver o menininho afetado dando dicas de moda para a tia desengoçada, muito bem interpretada por America Ferrera
. Ainda, tem a ponta da produtora Salma Hayek, claro que ela não ia ficar apenas como produtora e aparece numa novela assistida por Betty. Parece ser esta a vez dos latinos, mais uma vez eles são os protagonistas, já que Betty é descendente de mexicana.
A outra série que chamou bastante a minha atenção, como eu disse, foi "Gossip Girl", da The CW e transmitida pela Warner, baseada em série de livros homônima da escritora Cecily von Ziegesar.
Quem não gosta de tramas com jovens, intrigas, fofocas, é melhor não assistir. Eu gostei muito, primeiro que" Gossip Girl" continua com um movimento começado por "The OC", ao mostrar, de maneira crítica, o mundo dos jovens ricos. Muitos estão presos a futuros desejados por seus pais, bebem muito, dão vexame, fumam maconha e outras coisas típicas do mundo juvenil, bem diferente de Malhação, em que todos os jovens bebem suco de laranja e que só vão às festas do colégio. Outra coisa que me agradou bastante foi o uso do narrador onisciente, a "Gossip Girl", a blogueira que sabe todos os acontecimentos em que se envolvem Serena, Blair, Dan e Nate. Além das atuações, a trilha sonora pop também agrada e muito.

sexta-feira, 2 de novembro de 2007

O Sistema

Se o que você procura é uma série em que você vai rir o tempo todo, melhor desistir e procurar outra opção. A série "O Sistema", a mais nova investida do casal Alexandre Machado e Fernanda Young junto com Selton Mello (parceria começada em "Os Aspones"), opta em fazer uma comédia que não procura apenas fazer piadas, mas também contar uma história inteligente, onde as piadas se inserem de forma sutil. A série estreou hoje, dia 02 de novembro, e parece que vai fazer uma caminhada interessante com o tema principal de criticar O Sistema. Este que parece reger a vida de todas as pessoas atualmente.
Um ponto que merece ser elogiado neste primeiro capítulo é os atores. A escalação de elenco foi fantástica, até aqueles que estão começando na TV nesta série, como Gregório Duvivier (Professor Avenarius), Lúcia Bronstein (Trash) e Maíra Dvorek (Paca) aparecem completamente à vontade em seus papéis, sem exageros na interpretação. Ponto para o diretor José Lavigne. Ele, o casal de roteiristas e Selton merecem mais elogios, pois foi divulgado que os atores tiveram total liberdade para improvisar e desenvolverem os seus textos. Os autores apenas orientam o elenco e a direção com uma breve descrição da ação, mas deixam várias falas por conta dos próprios atores.
Claro que certos padrões usados pelo casal Machado - Young foram reutilizados, como os flashbacks e flashforwards usados em "Os Normais", mas nada que tenha sido de graça ou que desabone "O Sistema".
Selton Mello (Matias) encabeça um elenco que tem outros nomes de peso como Ney Latorraca (Katedref), Zezé Polessa (Valquíria), Betty Goffman (Greta), Graziella Moretto (Regina) e Maria Alice Vergueiro (Leda). Maria Alice volta a fazer televisão depois de muitos anos e depois do sucesso do vídeo "Tapa Na Pantera". Agora é conferir se a série vai continuar com o fôlego apresentado neste primeiro episódio ou se vai desandar.
Queria deixar um vídeo da série, mas não encontrei nada no youtube, então por enquanto, vai só o site do programa: www.globo.com/osistema

quinta-feira, 25 de outubro de 2007

A minha faculdade está no poder. Imagine que sensação engraçada esta de ver seus professores assumindo posições nas estruturas do governo estadual, exatamente, na secretaria estadual de Cultura, sob a tutela do ex-diretor teatral Márcio Meirelles. Por sinal, haja críticas sobre a gestão de Márcio, mas me parece que muitas delas têm a mesma origem que a críticas sofridas pelo ministro Gil no início de sua gestão, quando ele resolveu distribuir melhor os recursos, descentralizando-os da região Sudeste e passando mais verbas para a região Nordeste.
Voltando aos professores da FACOM. Primeiro, foi convidada a professora Giselle Nusbaummer, de Produção Cultural, para assumir a Fundação Cultural do Estado. Muitos disseram ser esta uma indicação do ex-diretor da nossa faculdade Albino Rubim. Este, que continua sendo professor da graduação e da pós da Faculdade de Comunicação, tomou posse hoje como conselheiro estadual de Cultura. E, para encerrar a lista de professores que chegaram ao poder, tomou posse junto com Albino no Conselho Estadual de Cultura o professor, ex-deputado estadual pelo PT e membro do Diretório Nacional deste partido, Emiliano José.
Não tenho uma opinião formulada sobre a entrada destas pessoas no governo estadual não. Na verdade, o Conselho não é propriamente uma instância do governo, mas sim fomentadora de discussão sobre políticas públicas na área de cultura. Quanto a isto, estas pessoas pautaram as suas atividades acadêmicas na discussão sobre a cultura e políticas culturais. Lógico que chegam ao poder por isto e também como é sabido por todos, Albino tem um afinamento ideológico com o PT e Emiliano, nem precisaria dizer nada, já que ele é filiado ao Partido dos Trabalhadores.
Torço para que a gestão da nova secretaria dê certo e que os professores possam contribuir com uma melhor política cultural, afinal de contas, a cultura do estado não é a cultura de Salvador e, muito menos, cultura deve ser confundida com turismo como acontecia nas gestões do PFL.

sábado, 13 de outubro de 2007

"Tropa de Elite, osso duro de roer..."

Estreiou ontem em Salvador, o filme mais polêmico da atual temporada do cinema nacional, "Tropa de Elite" do diretor José Padilha. Polêmico pelo tema e por ter sido assistido, em cópias piratas, por milhares de espectadores antes do lançamento oficial. Nesta época de discussão sobre a ética do senado, nada melhor do que a sociedade brasileira, em peso, mostrar que tem distorções em relação à ética. Ela acredita que pode ver o filme, ao mesmo tempo em que pede a postura ética de Renan e dos políticos. Hipocrisia que recebe uma forte crítica do filme, quando mostra parte da classe abastada do país se envolvendo em passeatas pela paz, ao mesmo tempo em que financia o tráfico. Na verdade, para o principal personagem do filme, a situação daqueles que nascem com todos os privilégios e, mesmo assim, preferem a vida do crime estão num patamar pior do que os pobres que são compelidos para o tráfico e outros delitos. Claro que existem outros elementos que precisam ser adicionados a esta discussão como a descriminalização das drogas, mas uma coisa não anula a outra.

Além da hipocrisia, a película, baseada no livro "Elite da Tropa" de Luiz Eduardo Soares, proporciona ao espectador um raio-x da atual situação da violência no Rio de Janeiro, apesar da data inicial se reportar ao ano de 1997. José Padilha já havia mostrado ao país o retrato de um episódio triste da violência fluminense com o documentário "Ônibus 174" que contou a trajetória do seqüestrador Sandro, vítima da violência e também causador dela. Sandro foi um dos sobreviventes da Chacina da Candelária, além disto, perdeu os pais ainda criança. Padilha foi brilhante naquele filme e consegue manter este brilhantismo no “Tropa de Elite”. Claro que alguns recursos como narração no início do filme, por ser muito óbvio e pouco inteligente, poderiam ter sido evitados, mas de uma forma geral, esta obra cinematográfica é muito bem dirigida, os atores estão à vontade em seus papéis e Padilha ainda busca espaços para inovações em uma área cujos recursos de linguagem estão pré-determinados por outras experiências como Cidade de Deus, Cidade dos Homens e Carandiru. Obras que se aventuraram na temática sobre a violência urbana brasileira. Um exemplo disto é quando, em uma cena, o sangue respinga na tela da câmera, algo que poderia ser classificado como grotesco, mas que ficou bem na tela, mostrando a habilidade do diretor.

O diretor ainda é responsável por apresentar ao Brasil o controvertido Capitão Nascimento, interpretado por Wagner Moura, uma espécie de “herói nacional” que não se furta em utilizar a tortura, no Batalhão de Operações Especiais, o BOPE, a Tropa de Elite da Polícia Militar fluminense, em suas investidas nas favelas do Rio. A tortura é, infelizmente, recurso utilizado comumente pela polícia na guerra travada nas ruas dos morros do Rio, precisa ser evitada a todo custo, mas não poderia estar de fora do filme.

Wagner, que já mostrou ser um dos melhores atores da atual safra baiana, ao lado de Lázaro Ramos, Vladimir Brichta, entre outros, está impecável no papel. Os duros treinamentos surtiram um resultado bastante convincente nas telas de cinema. Tanto Wagner quanto outros atores merecem elogios. Caio Junqueira precisa ter a sua participação destacada como o aspirante Neto e André Ramiro como o policial André Matias. O elenco ainda conta com as participações de Fernanda de Freitas (Roberta), Fernanda Machado (Maria), Fábio Lago (Baiano) e grande elenco.

Além disto, o filme consegue desenvolver a narrativa de forma muito bem encadeada, sem deixar muitas brechas, dando a impressão de terem sido mantidas apenas as cenas essenciais para o filme, sem deixar aquela sensação de enrolação. O filme acaba exatamente onde deveria acabar e da forma que deveria acabar.

Confiram o trailer:


sexta-feira, 12 de outubro de 2007

Morre Paulo Autran

Paulo Autran era uma destas figuras ímpares que marcaram profundamente a área em que atuam. O ator começou a sua carreira junto com Tônia Carreiro e, se Bibi Ferreira é conhecida como a dama do teatro brasileiro, Autran sempre foi reconhecido como o senhor dos palcos, alguém que fazia do teatro a sua própria vida.
Não fez muitas novelas, se sentia muito mais
completo no teatro, mas nunca esqueceremos a cena antológica que ele fez em "Guerra dos Sexos", onde ele e Fernanda Montenegro, outro monstro sagrado de nossa dramaturgia, estavam tomando café da manhã e começaram, após uma breve discussão, a jogar comidas um no outro. Confiram a cena:

Paulo Autran morreu hoje aos 85 anos de idade, estava em cartaz em São Paulo com a peça "O Avarento" de Molière. Tinha um câncer no pulmão e havia saído do hospital na terça-feira após problemas intestinais.
Paulo influenciou gerações de atores e espectadores, fará falta, mas nós, brasileiros, temos muito que agradecer a este grande artista. Vejam uma cena da 90ª e última peça da brilhante carreira de Paulo Autran:

quinta-feira, 20 de setembro de 2007

O Mundo tem um Número Anormal de Dentistas

Hoje, estava mais uma vez, pensando sobre um acontecimento que só a Física Quântica pode ser capaz de explicar. Na verdade, não tenho muita certeza que ela seja capaz de explicar fenômeno tão atípico na história do Universo. Eu quero, simplesmente, que algum ser humano me explique de onde saem tantos dentistas?
Não que eu ache que há uma superpopulação de dentistas, longe disto, acho que sempre tem espaço para mais um, mas como é possível que quase 99% dos dentistas indiquem Sensodyne e Colgate ao mesmo tempo? Já repararam que as propagandas sempre dizem isto. "99% dos dentistas indicam Sensodyne". "A grande maioria dos dentistas indica Colgate Total 12". COMO ASSIM?! Quantos por cento e maiorias existem de dentistas?
Vou ajudar com uma sugestão. E não vou fugir nem das propagandas destas duas empresas do ramo dentário. Prometo. Esqueçam as maiorias, vamos falar na segunda parte aquela que diz assim: "Sensodyne é recomendado para quem dentes frágeis" e "Colgate Total 12 é indicado para o combate de 6 tipos de doenças bucais".
Pronto, tudo resolvido, ninguém avança na maioria de ninguém, criam-se dois nichos bem delimitados e o mais importante, nada de confusão na cabeça dos consumidores.
 
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