Vamos comemorar!!! Hã?! Você também acha que não temos o que comemorar?! Oxennn, ontem fez 200 anos que D. João VI abriu os portos nacionais às nações amigas, leia-se, Inglaterra, que, naquela época, era quem realmente mandava em Portugal e nos mares do mundo. Há motivos reais para nós, tupiniquins, comemorarmos estes 200 anos da chegada da família real aqui? Claro que temos, eles fizeram a Escola de Medicina, o Banco do Brasil, a Imprensa-Régia, várias coisas importantíssimas pra nação, mas por que então tanta ironia neste texto?
Hoje, li um texto alentador, dentre todos os que foram escritos tratando deste assunto, um artigo do governador da Bahia, Jaques Wagner, em que ele diz, sem tirar nem pôr, que a vinda da família real representou este avanço todo, mas que teve os seus percalços. O governador, no entanto, terminou dizendo que devemos cantar apenas as coisas boas, eu discordo.
Acho que faz parte da nossa história, foi importante, como foi dito por todos, mas não posso esquecer que estes investimentos não representaram nem metade do que foi explorado nos 300 anos de colonização portuguesa no Brasil. Revanchismo tardio? De forma alguma, mas acho que devemos colocar os pingos nos "is" e respeitarmos a nossa história, sem omitir as partes que desagradam. Ainda (não tenho muita certeza, devo admitir) lembro de uma professora de história do colégio que afirmou que a família real portuguesa, quando foi embora, levou todas as riquezas que estavam no Banco do Brasil. Sim, sim, levaram, roubaram, se quisermos pegar pesado, mas esquecemos de tudo isto e comemoramos de forma exagerada.
Eu vejo este oba-oba como reafirmação da nossa mentalidade colonizada de aplaudir o que vem de fora, de uma vontade de parecer país desenvolvido, nem que seja apenas na aparência, pois quando se fala em atacar de frente as desigualdades sociais, muita gente pula fora. Estão aplaudindo porque a vinda deles pra cá foi o único momento em que nós saímos da condição de colônia e fomos erguidos à situação de Metrópole. Agora, podem voltar aos aplausos!
terça-feira, 29 de janeiro de 2008
segunda-feira, 21 de janeiro de 2008
PM baiana, pronta para matar?
Dois adolescentes em uma semana, 74 pessoas no ano passado. Este é o triste saldo produzido pela Polícia Militar da Bahia em número de assassinatos cometidos por membros desta corporação. No caso dos adolescentes, várias coincidências: os dois eram pobres, sem antecedentes criminais e estavam se divertindo com amigos quando a polícia chega e atira. As justificativas dos policiais envolvidos são as mesmas: os adolescentes atiraram e até a arma encontrada com eles foi a mesma, um revólver calibre 38. Só este ano, a polícia baiana já matou doze pessoas em Salvador.
As estatísticas daqui, porém, acompanham uma realidade assustadora, a polícia brasileira é a que mais mata no mundo. Aqui entra uma observação: o número de assassinatos efetuados por policiais não tem evitado a escalada da violência, o que mostra a total ineficiência deste tipo de ação e a comprovação de que matar sem que este seja um recurso utilizado em legítima defesa tem total nulidade de efeito.
Esta escalada de violência policial também serve para que vejamos o nível de despreparo da nossa polícia, nunca é bom generalizar, mas parece ser mais freqüente a um grande número de policiais atirar para depois perguntar. Agredir em abordagens, seja nos famosos "baculejos" ou em blitzen, já faz parte do cotidiano e da cartilha normal da Polícia. Eu indico as edições da Tribuna da Bahia e do A Tarde de hoje que tratam exatamente deste tema. Leiam o artigo publicado no A Tarde em que o doutor de Ciências Militares disse haver uma distorção em nossa constituição que prega ser prioridade a manutenção da ordem em detrimento da defesa da vida.
Podem gritar os reacionários falando haver defesa de direitos humanos apenas para bandidos, mas não acharei nunca certo esta matança que se torna institucional, afinal de contas estamos em um país onde não há pena de morte e mesmo que houvesse, primeiro deve sim haver um julgamento para que, comprovada a culpa, fosse permitida a execução. É bom sempre salientar que também sou contra a pena de morte. Estamos, infelizmente, vivendo em um Estado de execuções sumárias e os mortos têm sido, principalmente, os pobres. Temos que implementar um conjunto de medidas para solucionar o problema da violência: maior preparo das forças policiais, priorizando inteligência em vez dos combates, investimentos sociais para que o Estado faça-se presente, não aparecendo apenas na hora da repreensão. Já passou da hora de repensarmos o Estado brasileiro e não me refiro apenas às atribuições do governo federal, mas também aos estaduais, municipais e à sociedade como um todo.
As estatísticas daqui, porém, acompanham uma realidade assustadora, a polícia brasileira é a que mais mata no mundo. Aqui entra uma observação: o número de assassinatos efetuados por policiais não tem evitado a escalada da violência, o que mostra a total ineficiência deste tipo de ação e a comprovação de que matar sem que este seja um recurso utilizado em legítima defesa tem total nulidade de efeito.
Esta escalada de violência policial também serve para que vejamos o nível de despreparo da nossa polícia, nunca é bom generalizar, mas parece ser mais freqüente a um grande número de policiais atirar para depois perguntar. Agredir em abordagens, seja nos famosos "baculejos" ou em blitzen, já faz parte do cotidiano e da cartilha normal da Polícia. Eu indico as edições da Tribuna da Bahia e do A Tarde de hoje que tratam exatamente deste tema. Leiam o artigo publicado no A Tarde em que o doutor de Ciências Militares disse haver uma distorção em nossa constituição que prega ser prioridade a manutenção da ordem em detrimento da defesa da vida.
Podem gritar os reacionários falando haver defesa de direitos humanos apenas para bandidos, mas não acharei nunca certo esta matança que se torna institucional, afinal de contas estamos em um país onde não há pena de morte e mesmo que houvesse, primeiro deve sim haver um julgamento para que, comprovada a culpa, fosse permitida a execução. É bom sempre salientar que também sou contra a pena de morte. Estamos, infelizmente, vivendo em um Estado de execuções sumárias e os mortos têm sido, principalmente, os pobres. Temos que implementar um conjunto de medidas para solucionar o problema da violência: maior preparo das forças policiais, priorizando inteligência em vez dos combates, investimentos sociais para que o Estado faça-se presente, não aparecendo apenas na hora da repreensão. Já passou da hora de repensarmos o Estado brasileiro e não me refiro apenas às atribuições do governo federal, mas também aos estaduais, municipais e à sociedade como um todo.
sexta-feira, 18 de janeiro de 2008
BBB8
Cheguei a fazer um comentário sobre o BBB8, volto agora para dizer que o melhor de qualquer edição do BBB chama-se Pedro Bial. As sacadas dele na apresentação do programa, as tiradas, risos sarcásticos podem explicar um pouco o sucesso do programa. Claro que se os participantes forem uma merda, ninguém vai se interessar mesmo com o Bial, eu atribuo a ele 50% da responsabilidade pelo sucesso do programa, 30% pro Boninho e sobram 20% para os participantes. Tudo, cientificamente, quantificado, é claro!
Dança das Cadeiras Sacode Jornalismo Baiano
O telejornalismo baiano sempre se caracterizou pela manutenção das suas principais estrelas em canais onde construíram seu nome. Por exemplo, há quem discorde que Casemiro Neto tenha se tornado a cara da TV Bahia? Ou ainda que Varela e seu Balanço Geral sejam há muitos anos o carro-chefe da TV Itapoan? Pois se estávamos acostumados com estas configurações, melhor ir tomando outras idéias.
A história toda começou com as especulações em torno da candidatura do radialista Raimundo Varela à prefeitura de Salvador. Sendo eleito, o atual apresentador do Balanço Geral precisaria de um substituto à altura e eis que não poderia ser outro, ou seja, na semana passada, a TV Itapoan anunciou a contratação do jornalista Zé Eduardo, Bocão, para apresentar o Se Liga Bocão na retransmissora da Rede Record. Lógico que nada teve esta aparente calma, afinal, Bocão saiu da TV Aratu em um clima meio estranho. Circulou pelos meios da imprensa que ele teria recebido propina de um empresário para não o denunciar no seu programa. Nada confirmado, Zé Eduardo está no ar logo após Varela, fazendo a dobradinha popularesca no horário do almoço da rede dos bispos.
Com a mudança, a TV Aratu colocou no lugar de Bocão, Uziel e Zé Bim. Os dois passaram a apresentar o programa Que Venha O Povo, mas a mudança mostrou-se temporária e, nesta semana, foi dada uma notícia que surpreendeu às pessoas do meio jornalístico e fora dele. Casemiro Neto, após 18 anos na TV Bahia, foi contratado pela TV Aratu para apresentar o Que Venha o Povo, ser diretor de jornalismo da TV do Galinho, fazer a cobertura do carnaval daqui a duas semanas e ainda, possivelmente, apresentar um programa de entrevistas. Neto e a TV Aratu não quiseram falar de valores, mas se especula algo em torno de 50 mil reais por mês. Uma verdadeira fortuna para os padrões da Bahia.
Casemiro disse estar empolgado com as mudanças, mas os desafios serão imensos. A audiência da TV Itapoan está consolidada, brigando pela liderança no horário com a TV Bahia, deixando a TV Aratu para o terceiro lugar na disputa pelo IBOPE. Além disto, apesar de achar Casemiro meio popularesco às vezes, não consigo enxergá-lo portador do perfil necessário para apresentar este tipo de programa: defensores dos pobres e oprimidos perante à ineficiência e descaso dos governos e órgãos públicos, apelando muitas vezes para um sensacionalismo descabido. Papel muito bem preenchido por Varela e Bocão, mas como não quero queimar minha língua, o tempo pode se encarregar de aprimorar Casemiro Neto no desempenho desta nova função.
Além das mudanças na TV, li no site sobre jornalismo Comunique-se, que o Correio da Bahia será reestruturado. O jornal diminuirá as influências vindas dos carlistas na cobertura sobre política, devido à morte do ex-senador ACM e cogita inclusive diminuir a importância da política no jornal. As mudanças não param por aí, serão discutidas alterações no formato do periódico que poderá vir a ser tablóide, manter o formato standard ou ainda adotar um terceiro formato e modificações na redação do jornal. Quem viver verá!
A história toda começou com as especulações em torno da candidatura do radialista Raimundo Varela à prefeitura de Salvador. Sendo eleito, o atual apresentador do Balanço Geral precisaria de um substituto à altura e eis que não poderia ser outro, ou seja, na semana passada, a TV Itapoan anunciou a contratação do jornalista Zé Eduardo, Bocão, para apresentar o Se Liga Bocão na retransmissora da Rede Record. Lógico que nada teve esta aparente calma, afinal, Bocão saiu da TV Aratu em um clima meio estranho. Circulou pelos meios da imprensa que ele teria recebido propina de um empresário para não o denunciar no seu programa. Nada confirmado, Zé Eduardo está no ar logo após Varela, fazendo a dobradinha popularesca no horário do almoço da rede dos bispos.
Com a mudança, a TV Aratu colocou no lugar de Bocão, Uziel e Zé Bim. Os dois passaram a apresentar o programa Que Venha O Povo, mas a mudança mostrou-se temporária e, nesta semana, foi dada uma notícia que surpreendeu às pessoas do meio jornalístico e fora dele. Casemiro Neto, após 18 anos na TV Bahia, foi contratado pela TV Aratu para apresentar o Que Venha o Povo, ser diretor de jornalismo da TV do Galinho, fazer a cobertura do carnaval daqui a duas semanas e ainda, possivelmente, apresentar um programa de entrevistas. Neto e a TV Aratu não quiseram falar de valores, mas se especula algo em torno de 50 mil reais por mês. Uma verdadeira fortuna para os padrões da Bahia.
Casemiro disse estar empolgado com as mudanças, mas os desafios serão imensos. A audiência da TV Itapoan está consolidada, brigando pela liderança no horário com a TV Bahia, deixando a TV Aratu para o terceiro lugar na disputa pelo IBOPE. Além disto, apesar de achar Casemiro meio popularesco às vezes, não consigo enxergá-lo portador do perfil necessário para apresentar este tipo de programa: defensores dos pobres e oprimidos perante à ineficiência e descaso dos governos e órgãos públicos, apelando muitas vezes para um sensacionalismo descabido. Papel muito bem preenchido por Varela e Bocão, mas como não quero queimar minha língua, o tempo pode se encarregar de aprimorar Casemiro Neto no desempenho desta nova função.
Além das mudanças na TV, li no site sobre jornalismo Comunique-se, que o Correio da Bahia será reestruturado. O jornal diminuirá as influências vindas dos carlistas na cobertura sobre política, devido à morte do ex-senador ACM e cogita inclusive diminuir a importância da política no jornal. As mudanças não param por aí, serão discutidas alterações no formato do periódico que poderá vir a ser tablóide, manter o formato standard ou ainda adotar um terceiro formato e modificações na redação do jornal. Quem viver verá!
sábado, 5 de janeiro de 2008
E é só o início!!!
Eu sei que estamos no início do ano, muita gente estava viajando por causa do Natal e do Réveillon, mas eu não agüento mais tanta repetição dos episódios das séries americanas nos canais fechados. Logo agora que iríamos ficar sabendo como é a tal mãe de Dan Humpfrey em Gossip (Leia mais no post Depois de tanto tempo, mais um pouco de Gossip), volta tudo pro início, vemos Serena voltando do seu exílio etc, etc. Não é ruim, mas que é chato para quem acompanha, isto é, sem dúvidas. Poderiam repetir em outro horário e continuar rolando a série. Eu sei que, mesmo criticando, pude ver alguns episódios que havia perdido de Ugly Betty. (Contradição).
Falando em coisas de TV (cada vez mais, só falo disto aqui), na terça-feira da semana que vem começa a oitava edição do Big Brother Brasil. A aposta é na mesma fórmula que vem sendo usada desde o BBB passado, nada de escolha popular dos participantes e vamos ao desfile dos belos corpos e ver até onde irão as armações para ganhar o milhão. Quanto ao fôlego da audiência, eu acho que se mantém. É incrível a eficácia deste tipo de programa aqui, nós, brasileiros, somos voyeurs por natureza. Mesmo aqueles que dizem que não assistem, sabem os nomes dos participantes ou se referem ao loirinho marombado, à aspirante a uma vaga de atriz, à modelo do olho verde...
Outra estréia aguardada para a próxima semana, pelo menos aguardada por mim, é a da segunda temporada de Heroes. Tenho lido muitas críticas, inclusive uma entrevista do criador da série dizendo que os rumos da história serão alterados por causa de deficiências no roteiro, mas não abro mão de ver com os meus próprios olhos como estão Hiro Nakamura, Peter Petrelli, Claire Bennet e os outros.
P.S: Eu ia terminar com Heroes, juro, mas o que foi Juvenal Antena, líder da Portelinha, personagem do Antônio Fagundes, levar um tiro, não morrer, todos acharem que ele morreu, inclusive a ambulância não o levou para nenhum hospital, ele estar sendo velado, levantar e o deputado Narciso Tellerman, interpretado por Marcos Winter, dar a explicação criada pelo Aguinaldo Silva para justificar esta história absurda dizendo que ele pode sofrer de catalepsia? Claro que é uma explicação plausível, mas me façam uma garapa! (Expressão antiga, mas que cabe muito bem nesta ocasião).
Falando em coisas de TV (cada vez mais, só falo disto aqui), na terça-feira da semana que vem começa a oitava edição do Big Brother Brasil. A aposta é na mesma fórmula que vem sendo usada desde o BBB passado, nada de escolha popular dos participantes e vamos ao desfile dos belos corpos e ver até onde irão as armações para ganhar o milhão. Quanto ao fôlego da audiência, eu acho que se mantém. É incrível a eficácia deste tipo de programa aqui, nós, brasileiros, somos voyeurs por natureza. Mesmo aqueles que dizem que não assistem, sabem os nomes dos participantes ou se referem ao loirinho marombado, à aspirante a uma vaga de atriz, à modelo do olho verde...
Outra estréia aguardada para a próxima semana, pelo menos aguardada por mim, é a da segunda temporada de Heroes. Tenho lido muitas críticas, inclusive uma entrevista do criador da série dizendo que os rumos da história serão alterados por causa de deficiências no roteiro, mas não abro mão de ver com os meus próprios olhos como estão Hiro Nakamura, Peter Petrelli, Claire Bennet e os outros.
P.S: Eu ia terminar com Heroes, juro, mas o que foi Juvenal Antena, líder da Portelinha, personagem do Antônio Fagundes, levar um tiro, não morrer, todos acharem que ele morreu, inclusive a ambulância não o levou para nenhum hospital, ele estar sendo velado, levantar e o deputado Narciso Tellerman, interpretado por Marcos Winter, dar a explicação criada pelo Aguinaldo Silva para justificar esta história absurda dizendo que ele pode sofrer de catalepsia? Claro que é uma explicação plausível, mas me façam uma garapa! (Expressão antiga, mas que cabe muito bem nesta ocasião).
domingo, 23 de dezembro de 2007
Depois de tanto tempo, mais um pouco de Gossip
Pois é, fiquei um tempão sem escrever aqui e na véspera do Natal, em vez de falar da festa em comemoração ao nascimento de Jesus, eu vou falar do episódio de Gossip Girl que foi ao ar na quinta-feira, mas que eu só fui assistir hoje.
Gossip possui uma temática que por si só já é bastante atraente, como cheguei a comentar no meu primeiro post sobre o assunto, mas ela consegue surpreender a cada episódio. Não li os livros homônimos, mas estou completamente viciado na série sobre os jovens do Upper East Side.
Pois bem, voltando ao episódio que me fez atualizar este troço aqui. Além da história de amor entre Serena e Dan, as tramas dos outros personagens pegaram fogo. E, para isto, foi essencial o episódio anterior que não havia sido dos melhores, mas que deixou várias deixas para serem utilizadas neste que eu vou comentar.
(Se não gosta de spoilers, pare por aqui. Sempre quis escrever isto).
Quem assistiu ao episódio da semana passada, acompanhou a entrada de Vanessa, ex-namorada de Dan, na história. Além disso, viu Nate beijando Jenny; Rufus e Lily, pai de Dan e mãe de Serena se beijando para, segundo eles, fazer ciúmes ao namorado de Lily, Bart Bass, pai de Chuck... Ahhhh, Chuck não entrou neste post, mas não vai demorar muito para entrar. Além disto, Nate encontrou cocaína nas coisas do pai.
Vou fazer a ordem das conseqüências dos acontecimentos na ordem que eu considero ser da coisa menos importante para a mais importante. A primeira que eu vou comentar é que Rufus e Lily estão cada vez mais próximos e terminaram o episódio desta semana observando estrelas que estavam sendo projetadas na galeria de Rufus. O que pode vir daí, não sabemos ainda. Digo isto, porque no capítulo desta semana, Jenny foi atrás da mãe, Alison, ex-mulher de Rufus, e disse a ela que estava na hora de voltar para casa. Confusão à vista!
Vanessa não conseguiu atrapalhar a relação de Dan e S., não ainda, mas já levou uns chega pra lá de Dan, porque estava atrapalhando muito. Eles tentaram ter a sua primeira transa, mas não conseguiram neste episódio.
Outra deixa aproveitada foi a do pai de Nate. Eles tiveram uma discussão pesada, porque Nate descobriu que seu pai está viciado. O pai que faz toda aquela pressão para ele assumir compromisso com Blair se descontrolou e deu um murro na cara de Nate. Para azar dele, dois policiais estavam passando na hora e Nate não contou conversa, disse para eles olharem no paletó de seu pai, onde ele havia guardado um pacote com pó. Eles encontraram a droga, levaram o pai dele preso, só que Nate não esperava pela informação que teria ao chegar em casa. Seu pai estava sendo investigado por fraude.
A última conseqüência deste monte de coisa é que Jenny contou para Blair que seu namorado a beijou achando que ela era Serena no baile de máscaras. Blair ficou com muita raiva, mandou Jenny embora e, não satisfeita, perguntou a Nate se ele a amava, ele balançou a cabeça negativamente e eis que a Wardolf ficou despirocada e resolveu dançar no novo empreendimento da família Bass. (Chuck e o pai resolveram investir em uma casa noturna chamada Victrolla, nostálgica e moderna segundo o Bass mais novo).
Além da dança, Blair resolveu perder a virgindade logo com quem? Com Chuck, numa cena memorável com direito à imagem com efeito de película e um hip hop como trilha sonora. Foi perfeita, podem acreditar.
Quem ficou desnorteado com tanta informação e não entendeu nada, eu sugiro que vá assistir Gossip enquanto há tempo. Para quem assiste, acho que já deve ter entendido o motivo deste episódio ter merecido tanto a minha atenção.
Gossip Girl vai ao todas as quintas-feira no Warner Channel às 20 horas, 19 horas em Salvador. Horários alternativos na sexta e aos domingos às 20 horas e à 1 hora da manhã, horário brasileiro de verão.
Neste link, estão disponíveis os episódios que já foram ao ar no Warner Channel: http://video.wbla.com/?idioma=por&idpais=5
Gossip possui uma temática que por si só já é bastante atraente, como cheguei a comentar no meu primeiro post sobre o assunto, mas ela consegue surpreender a cada episódio. Não li os livros homônimos, mas estou completamente viciado na série sobre os jovens do Upper East Side.
Pois bem, voltando ao episódio que me fez atualizar este troço aqui. Além da história de amor entre Serena e Dan, as tramas dos outros personagens pegaram fogo. E, para isto, foi essencial o episódio anterior que não havia sido dos melhores, mas que deixou várias deixas para serem utilizadas neste que eu vou comentar.
(Se não gosta de spoilers, pare por aqui. Sempre quis escrever isto).
Quem assistiu ao episódio da semana passada, acompanhou a entrada de Vanessa, ex-namorada de Dan, na história. Além disso, viu Nate beijando Jenny; Rufus e Lily, pai de Dan e mãe de Serena se beijando para, segundo eles, fazer ciúmes ao namorado de Lily, Bart Bass, pai de Chuck... Ahhhh, Chuck não entrou neste post, mas não vai demorar muito para entrar. Além disto, Nate encontrou cocaína nas coisas do pai.
Vou fazer a ordem das conseqüências dos acontecimentos na ordem que eu considero ser da coisa menos importante para a mais importante. A primeira que eu vou comentar é que Rufus e Lily estão cada vez mais próximos e terminaram o episódio desta semana observando estrelas que estavam sendo projetadas na galeria de Rufus. O que pode vir daí, não sabemos ainda. Digo isto, porque no capítulo desta semana, Jenny foi atrás da mãe, Alison, ex-mulher de Rufus, e disse a ela que estava na hora de voltar para casa. Confusão à vista!
Vanessa não conseguiu atrapalhar a relação de Dan e S., não ainda, mas já levou uns chega pra lá de Dan, porque estava atrapalhando muito. Eles tentaram ter a sua primeira transa, mas não conseguiram neste episódio.
Outra deixa aproveitada foi a do pai de Nate. Eles tiveram uma discussão pesada, porque Nate descobriu que seu pai está viciado. O pai que faz toda aquela pressão para ele assumir compromisso com Blair se descontrolou e deu um murro na cara de Nate. Para azar dele, dois policiais estavam passando na hora e Nate não contou conversa, disse para eles olharem no paletó de seu pai, onde ele havia guardado um pacote com pó. Eles encontraram a droga, levaram o pai dele preso, só que Nate não esperava pela informação que teria ao chegar em casa. Seu pai estava sendo investigado por fraude.
A última conseqüência deste monte de coisa é que Jenny contou para Blair que seu namorado a beijou achando que ela era Serena no baile de máscaras. Blair ficou com muita raiva, mandou Jenny embora e, não satisfeita, perguntou a Nate se ele a amava, ele balançou a cabeça negativamente e eis que a Wardolf ficou despirocada e resolveu dançar no novo empreendimento da família Bass. (Chuck e o pai resolveram investir em uma casa noturna chamada Victrolla, nostálgica e moderna segundo o Bass mais novo).
Além da dança, Blair resolveu perder a virgindade logo com quem? Com Chuck, numa cena memorável com direito à imagem com efeito de película e um hip hop como trilha sonora. Foi perfeita, podem acreditar.
Quem ficou desnorteado com tanta informação e não entendeu nada, eu sugiro que vá assistir Gossip enquanto há tempo. Para quem assiste, acho que já deve ter entendido o motivo deste episódio ter merecido tanto a minha atenção.
Gossip Girl vai ao todas as quintas-feira no Warner Channel às 20 horas, 19 horas em Salvador. Horários alternativos na sexta e aos domingos às 20 horas e à 1 hora da manhã, horário brasileiro de verão.
Neste link, estão disponíveis os episódios que já foram ao ar no Warner Channel: http://video.wbla.com/?idioma=por&idpais=5
sexta-feira, 9 de novembro de 2007
As estréias nos canais fechados
Pois é, como é que se estuda com uma semana cheia de estréias nos canais fechados como foi esta semana? E olha que eu nem vi todas, só vi cinco, as que eu mais ouvi falar. (Na verdade, ficou faltando "Californication", mas vou me esforçar para ver, porque ouvi falar muito bem).
A primeira que eu vi esta semana foi "Samantha Who?" da rede ABC, transmitida pela Sony. Na série, Christina Applegate volta às nossas telas, interpretando uma mulher que foi atropelada, ficou em coma durante oito dias e quando desperta, descobre que era uma pessoa detestável. Ela, então, resolve mudar. O problema com "Samantha Who?" é que falta algo, nós damos até algumas risadas com a série, mas ela não é uma comédia propriamente dita, também não nos prendemos com o drama que a série pretende passar. Então o que ela é? Em qual categoria se enquadra? Pode ser que, nos próximos episódios, ela melhore, mas o fato é que para escrever este post, quase eu esqueci que tinha visto "Samantha Who?" nesta semana. Nos Estados Unidos, ela aparece com o maior índice de audiência entre as séries novas.
O problema em "Samantha Who?" é ainda maior, quando eu vejo que ela é a única que será criticada aqui. Gostei de todas as outras estréias. Vamos a elas. "Cane", da rede CBS e transmitida pela Warner, estreou no mesmo dia que a série com Applegate, não teve a mesma repercussão que as estréias de "Ugly Betty" e "Gossip Girl", mas parece ser bastante promissora e merece ser assistida. A trama é a seguinte, uma família cubano-americana, dona de grandes propriedades de cana-de-açúcar e uma fábrica de rum, está envolta em uma rede de intrigas, assassinatos e jogo de interesses. Além disto, chama a atenção desta ser a primeira série em que cubanos vivendo nos Estados Unidos e sendo bem sucedidos são os protagonistas, sem personagens estereotipados e com atuações convincentes.
Antes de falar das duas grandes estréias, vou falar de uma mais menorzinha, mas que é bem legalzinha, "Chuck", da NBC, transmitida pela Warner. Nesta série, um típico nerd norte-americano tem acesso a segredos de Estado e passa a ser perseguido e vigiado de perto por dois agentes de duas agências do governo americano. O legal nela é que, apesar das cenas de ação, a comédia se faz presente, principalmente, com o melhor amigo de Chuck.
Agora, vamos às duas principais estréias da semana. "Ugly Betty", da ABC, transmitida pela Sony, tem todos os ingredientes de um grande sucesso, já ganhou vários Emmys, Globo de Ouro, enfim, é um sucesso de público e de crítica. Quem assistiu "O Diabo Veste Prada" vai gostar desta série, o trama é muito parecido. A diferença é que o galã é o patrão, mas, como no filme, a grande vilã é uma ex-editora de uma revista de moda, no caso da série, da revista Mode. Chama a atenção o ator que faz o sobrinho de Betty, é muito engraçado ver o menininho afetado dando dicas de moda para a tia desengoçada, muito bem interpretada por America Ferrera. Ainda, tem a ponta da produtora Salma Hayek, claro que ela não ia ficar apenas como produtora e aparece numa novela assistida por Betty. Parece ser esta a vez dos latinos, mais uma vez eles são os protagonistas, já que Betty é descendente de mexicana.
A outra série que chamou bastante a minha atenção, como eu disse, foi "Gossip Girl", da The CW e transmitida pela Warner, baseada em série de livros homônima da escritora Cecily von Ziegesar. Quem não gosta de tramas com jovens, intrigas, fofocas, é melhor não assistir. Eu gostei muito, primeiro que" Gossip Girl" continua com um movimento começado por "The OC", ao mostrar, de maneira crítica, o mundo dos jovens ricos. Muitos estão presos a futuros desejados por seus pais, bebem muito, dão vexame, fumam maconha e outras coisas típicas do mundo juvenil, bem diferente de Malhação, em que todos os jovens bebem suco de laranja e que só vão às festas do colégio. Outra coisa que me agradou bastante foi o uso do narrador onisciente, a "Gossip Girl", a blogueira que sabe todos os acontecimentos em que se envolvem Serena, Blair, Dan e Nate. Além das atuações, a trilha sonora pop também agrada e muito.
A primeira que eu vi esta semana foi "Samantha Who?" da rede ABC, transmitida pela Sony. Na série, Christina Applegate volta às nossas telas, interpretando uma mulher que foi atropelada, ficou em coma durante oito dias e quando desperta, descobre que era uma pessoa detestável. Ela, então, resolve mudar. O problema com "Samantha Who?" é que falta algo, nós damos até algumas risadas com a série, mas ela não é uma comédia propriamente dita, também não nos prendemos com o drama que a série pretende passar. Então o que ela é? Em qual categoria se enquadra? Pode ser que, nos próximos episódios, ela melhore, mas o fato é que para escrever este post, quase eu esqueci que tinha visto "Samantha Who?" nesta semana. Nos Estados Unidos, ela aparece com o maior índice de audiência entre as séries novas.
O problema em "Samantha Who?" é ainda maior, quando eu vejo que ela é a única que será criticada aqui. Gostei de todas as outras estréias. Vamos a elas. "Cane", da rede CBS e transmitida pela Warner, estreou no mesmo dia que a série com Applegate, não teve a mesma repercussão que as estréias de "Ugly Betty" e "Gossip Girl", mas parece ser bastante promissora e merece ser assistida. A trama é a seguinte, uma família cubano-americana, dona de grandes propriedades de cana-de-açúcar e uma fábrica de rum, está envolta em uma rede de intrigas, assassinatos e jogo de interesses. Além disto, chama a atenção desta ser a primeira série em que cubanos vivendo nos Estados Unidos e sendo bem sucedidos são os protagonistas, sem personagens estereotipados e com atuações convincentes.
Antes de falar das duas grandes estréias, vou falar de uma mais menorzinha, mas que é bem legalzinha, "Chuck", da NBC, transmitida pela Warner. Nesta série, um típico nerd norte-americano tem acesso a segredos de Estado e passa a ser perseguido e vigiado de perto por dois agentes de duas agências do governo americano. O legal nela é que, apesar das cenas de ação, a comédia se faz presente, principalmente, com o melhor amigo de Chuck.
Agora, vamos às duas principais estréias da semana. "Ugly Betty", da ABC, transmitida pela Sony, tem todos os ingredientes de um grande sucesso, já ganhou vários Emmys, Globo de Ouro, enfim, é um sucesso de público e de crítica. Quem assistiu "O Diabo Veste Prada" vai gostar desta série, o trama é muito parecido. A diferença é que o galã é o patrão, mas, como no filme, a grande vilã é uma ex-editora de uma revista de moda, no caso da série, da revista Mode. Chama a atenção o ator que faz o sobrinho de Betty, é muito engraçado ver o menininho afetado dando dicas de moda para a tia desengoçada, muito bem interpretada por America Ferrera. Ainda, tem a ponta da produtora Salma Hayek, claro que ela não ia ficar apenas como produtora e aparece numa novela assistida por Betty. Parece ser esta a vez dos latinos, mais uma vez eles são os protagonistas, já que Betty é descendente de mexicana.
A outra série que chamou bastante a minha atenção, como eu disse, foi "Gossip Girl", da The CW e transmitida pela Warner, baseada em série de livros homônima da escritora Cecily von Ziegesar. Quem não gosta de tramas com jovens, intrigas, fofocas, é melhor não assistir. Eu gostei muito, primeiro que" Gossip Girl" continua com um movimento começado por "The OC", ao mostrar, de maneira crítica, o mundo dos jovens ricos. Muitos estão presos a futuros desejados por seus pais, bebem muito, dão vexame, fumam maconha e outras coisas típicas do mundo juvenil, bem diferente de Malhação, em que todos os jovens bebem suco de laranja e que só vão às festas do colégio. Outra coisa que me agradou bastante foi o uso do narrador onisciente, a "Gossip Girl", a blogueira que sabe todos os acontecimentos em que se envolvem Serena, Blair, Dan e Nate. Além das atuações, a trilha sonora pop também agrada e muito.
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